Sinter reúne com membros da Comissão de Educação da ALERR para reivindicar reposição salarial anual

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Na tarde desta quarta-feira, 13/10, a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Roraima (Sinter) participou de reunião presencial com integrantes da Comissão de Educação da Assembleia Legistativa de Roraima (ALERR), deputados Evangelista Siqueira e Catarina Guerra, visando discutir prioritariamente a reposição salarial anual dos trabalhadores em educação para que seja incluída no orçamento de 2022.

Apesar de tratarem de outros pontos de pauta de interesse da categoria, a representação sindical informou que no momento a prioridade junto à Comissão de Educação é garantir o percentual de reposição salarial para 2022 tendo em vista que a última reposição ocorreu em 2016 e os servidores já acumulam um prejuízo de mais de 40% de perdas de reposição anual, sem contar com o achatamento do poder aquisitivo em função dos índices elevados da inflação.

Ficou acertado que o Sinter vai apresentar os dados numéricos dessa defasagem salarial, bem como quadros demonstrativos dos prejuízos que os trabalhadores estão tendo cumulativamente com a não reposição salarial.

Por sua vez, o presidente da Comissão, Evangelista Siqueira, assumiu o compromisso de realizar nova reunião com membros da Comissão, representantes do Sinter e a deputada Aurelina Medeiros, para discutir a inclusão e o limite orçamentário visando garantir a reposição salarial dentro da peça Orçamentária a ser votada pelos parlamentares até dezembro deste ano.

Na avaliação da diretora geral do Sinter, professora Josefa Matos, a reunião foi produtiva e oportuna, tendo em vista que nos próximos dias a proposta orçamentária começa a ser discutida pelos parlamentares, sendo necessário que as lideranças sindicais participem desse processo visando garantir a reposição salarial anual que os servidores estaduais têm direito.

“Nós do Sinter não abriremos mão de garantir a inclusão dessa reposição salarial no orçamento do próximo ano. É inconcebível que os servidores estaduais continuem sendo penalizados com uma perda salarial de quase 50% nos últimos anos, sem contar com os índices inflacionários que elevam diariamente os preços de serviçose produtos, reduzindo substancialmente o poder aquisitivo dos trabalhadores”, disse Josefa Matos.

Por sua vez a diretora do departamento de mulheres do Sinter, disse que além dessa busca diplomática pelos direitos da categoria é necessário que os trabalhadores em educação estejam mobilizados, cobrando e precionando para que esse pleito seja atendido.

“Não podemos esperar apenas a boa vontade dos deputados estaduais, é necessário que estejamos em mobilização permanente em defesa de nossos direitos, até que seja definido um percentual de reposição salarial para 2022, que seja incluído no orçamento do próximo ano e que seja efetivamente incorporado ao salário dos servidores estaduais. Até lá, não devemos nos acomodar,” destacou Antônia Pedrosa.