Sinter cobra de autoridades estaduais cumprimento de reivindicações da categoria

Sinter cobra de autoridades estaduais cumprimento de reivindicações da categoria

10 de março de 2021 Off Por Pablo Sérgio

A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Roraima (SINTER) enviou ofícios para as autoridades estaduais cobrando providências para o cumprimento de reivindicações antigas dos trabalhadores em educação da rede estadual de ensino e que não estão sendo efetivadas por parte do governo do estado.
No documento enviado para o governador Antonio Denarium, para o chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Flamarion Portela, para o presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE/RR), Soldado Sampaio e para o presidente da Comissão de Educação da ALE, deputado estadual Evangelista Siqueira consta a solicitação de providências para os seguintes pontos.
Atualização de letras que está desde 2017 sem correção; Reposição salarial que está há seis anos sem reajuste; realização do concurso público, necessário para a crescente demanda da Rede Estadual de Ensino e inclusão de todos os trabalhadores em educação como uma das prioridades na vacinação preventiva contra a Covid-19.
De acordo com a diretora geral do Sinter, Josefa Matos, durante as campanhas eleitorais praticamente todos os políticos apresentam a bandeira em defesa da Educação, mas quando eleitos isso não acontece na prática.
“Está mais do que na hora das autoridades constituídas colocarem na prática esse discurso ao menos garantindo o cumprimento de algumas reivindicações da categoria que são básicas e necessárias para a oferta de uma educação de qualidade para a população”, afirmou Josefa Matos.
Ela lembrou que na atual gestão estadual todo e qualquer direito da categoria para ser executado precisa passar pela esfera judicial o que gera um desgaste desnecessário para os trabalhadores em educação numa demonstração clara de desvalorização dos trabalhadores.
“Se antes da pandemia os trabalhadores em educação já passavam por dificuldades agora a situação agravou, pois com o ensino remoto os professores estão bancando os custos operacionais relacionado a esse trabalho excessivo em casa, sem qualquer suporte por parte do governo. Por isso apelamos para que essas autoridades se reúnam e busquem soluções para o cumprimento mínimo desses pontos de pauta da categoria”, afirmou Josefa Matos.