Sindicalistas entregam carta aberta aos deputados de Roraima

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email

Diretores do Sinter entregaram na manhã desta quarta-feira, 6 de outubro, uma carta aberta com motivos para aos deputados federais de Roraima votarem contra a Reforma Administrativa

Os dirigentes do Sinter estão em Brasília a pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). A viagem para capital federal foi planejada para pressionar os deputados federais a votar contra a Proposta de Emenda à Constituição 32/2020. Josefa Matos e Paulo Thadeu Neves, respectivamente, diretora-geral e de comunicação são os representantes do maior Sindicato de Roraima.

Na manhã desta quarta-feira, 6, os diretores entregaram uma carta aberta com os motivos para os parlamentares votarem contra PEC 32/2020. O deputado Jhonatan de Jesus recebeu o documento em mãos. Os sindicalistas também protocolaram nos gabinetes dos deputados Otacci Nascimento, Nicoletti e Joênia Wapichana. As salas dos parlamentares Édio Lopes e Shéridan estavam fechadas no momento das visitas.

“Nós como servidores públicos precisamos pressionar os nossos parlamentares para que eles votem contra essa PEC 32. Eles como representantes do povo estão para nos representar, para nos defender”, destacou Josefa.

O documento destaca que a Reforma Administrativa acaba com os direitos constitucionais dos trabalhadores de todos os três poderes. Mas deixa de fora classes privilegiadas, como por exemplo, desembargadores, promotores e juízes.

“A PEC 32 é uma proposta indecente, desumana, inconstitucional que se apoia em informações falsas, dados inconscientementes, estudos a que ninguém pode ter acesso, velhos preconceitos e uma forte carga ideológica para aprovar uma agenda que dar carta branca para políticos dominarem completamente à máquina estatal”, diz um trecho do documentos.

“Os deputados precisam refletir bem na hora dessa votação que está prevista ainda para este mês de outubro. A campanha nacional é se votar a favor da PEC 32 não volta mais. A população também deve cobrar o voto NÃO dos parlamentares, caso contrário a educação e a saúde pública serão os serviços, garantidos na constituição, mais penalizados”, esclareceu o professor e dirigente Paulo Thadeu.