Diretores do Sinter se reúnem com chefe da Casa Civil para discutir reposição salarial dos trabalhadores em Educação

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Profissionais da Educação do Estado de Roraima estão sem correção no pagamento desde 2016

Na manhã desta quarta-feira, 7, a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Roraima (Sinter)se reuniu com o chefe da Casa Civil, Flamarion Portela, para discutir a reposição salarial dos profissionais da área. A categoria está sem a correção do pagamento desde 2016.

Na oportunidade, a diretora-geral do Sinter, Josefa Matos, ressaltou a necessidade da reposição salarial dos servidores da Educação estadual de forma urgente, tendo em vista o aumento do custo de vida nos últimos anos.

“Nós, trabalhadores da educação de Roraima, estamos sem reajuste salarial há cinco anos e precisamos lutar por nossos direitos. Após a reunião de hoje, o Sinter está esperançoso, pois o chefe da Casa Civil deixou bem claro que vai ter a reposição salarial.”, destacou.

Durante a reunião, o chefe da Casa Civil afirmou que a reposição salarial dos profissionais entrará na proposta orçamentária do Estado ainda este ano, mas não informou a porcentagem do reajuste. Segundo Flamarion, a medida deve ser analisada até agosto de 2021.

“Vai ter o reajuste. O Estado só não pode afirmar ainda o percentual da reposição, pois depende de uma análise orçamentária mais profunda para o pagamento. Antes de tudo, precisamos dar a garantia que o Governo terá condições de beneficiar todos os trabalhadores da Educação com o reajuste”, disse.

Também estiveram presentes na reunião a diretora do departamento dos técnicos educacionais do Sinter, Leonilde Lima, e a diretora do Departamento Indígena, Cassideny Cezário Oliveira, que reafirmaram a necessidade da reposição salarial dos servidores do Executivo, uma vez que a defasagem salarial é preocupante.

Ainda durante a reunião, o diretor do Departamento dos Professores Estaduais, Valdemar José da Silva, pediu ao representante do Governo que demandasse mais atenção às reivindicações dos servidores do Executivo. A diretora-geral afirmou ainda o compromisso do Sinter na defesa dos direitos dos trabalhadores em educação.

Essa não é a primeira vez que o Sinter busca o Poder Público para discutir a pauta. Recentemente, o Sindicato abriu uma ação judicial solicitando o reajuste salarial dos profissionais em 4,5%. O pedido foi negado pela justiça.

“Mesmo após termos a solicitação negada pela justiça, o Sinter buscou outras alternativas junto ao Poder Executivo para solucionar o problema. Hoje nos reunimos com o Chefe da Casa Civil e recebemos um resultado positivo, mas vamos continuar acompanhando de perto a pauta para garantir que nossos trabalhadores recebam o que é de direito”, concluiu a diretora-geral.

Texto e fotos: Adriã Galvão