7 DE SETEMBRO

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Josefa Matos, diretora-geral, criticou a quantidade de mortes durante a pandemia de Covid-19

Diretores do Sinter participam do Grito dos Excluídos e Excluídas
A programação ocorreu durante a manhã do feriado de Independência do Brasil na Praça Fábio Marques Paracat, no Centro de Boa Vista 

Diretores do Sinter participaram neste feriado de Independência do Brasil (7 de setembro) da 27ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas em defesa da vida e por direitos

Os educadores e diretores do Sinter participaram do 27° Grito dos Excluídos e Excluídas. Diferente de atos pró-Bolsonaro, o evento organizado pela igreja católica, movimentos sociais e sindicais defende a democracia. A edição deste ano teve como tema a ‘vida em primeiro lugar’.

 

Diretora-geral e diretora do Departamento da Mulher do Sinter participaram do 27º Grito dos Excluídos e Excluídas

 

“Estamos aqui para gritar por essas pessoas que morreram durante essa pandemia. O povo brasileiro precisa de qualidade de vida, de educação, emprego, saúde, comida e moradia. O governo atual não proporciona nada disso para a população e ainda retira direitos adquiridos”, protestou Josefa Matos, diretora-geral do Sinter. Quase 600 mil pessoas morreram de Covid-19 no Brasil.

Josefa Matos, diretora-geral, criticou a quantidade de mortes durante a pandemia de Covid-19 e pediu valorização aos educadores

O Sinter levanta a bandeira de educação de qualidade e pública. Todos os anos a entidade participa do Grito dos Excluídos e Excluídas. Segundo as dirigentes do Sindicato, o governo federal tem atacado constantemente o ensino básico do país.

“Queremos que todas as pessoas tenham educação de qualidade. No Congresso existem várias propostas de emendas à Constituição que visam precarizar o ensino público. Estamos aqui a favor da educação. Só através dela podemos transformar vidas, ter uma sociedade com consciência dos seus direitos e deveres como cidadãos”, defendeu Antônia Pedrosa, diretora do Departamento da Mulher do Sinter.

Diretora do Departamento da Mulher do Sinter, Antonia Pedrosa. pediu respeito e valorização aos profissionais da educação, além de criticar os ataques contra a vida das mulheres

Crianças e jovens também participam da manifestação que clamou pela vida, direitos e impeachment de Jair Bolsonaro.